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A INICIAÇÃO DE INANNA

"escolher descer para elevar-se". - Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
"escolher descer para elevar-se". - Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.


Reconstrução Arquetípica para a Transformação Humana


A jornada e metáfora da descida de INANNA ao submundo (interior da alma) para a evolução do seu espírito. - Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
A jornada e metáfora da descida de INANNA ao submundo (interior da alma) para a evolução do seu espírito. - Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

O Ato Mítico da descida de INANNA é considerado a primeira jornada e metáfora da história sobre a evolução do espírito através da perda.


A sabedoria de Inanna não reside em uma frase dita ou texto escrito, mas no ato mítico em si.


O conceito de "escolher descer para elevar-se" está profundamente enraizado na estrutura do mito A Descida de Inanna ao Submundo.


Contudo, antes de adentrar os conhecimentos da magia iniciática de INANNA é necessário passar brevemente pela origem celeste de Inanna, bem como, pelos seus atributos e status em vida.


Movimento importante para contextualizarmos o que esse espírito estava arriscando e sacrificando em busca da maestria de seu próprio desenvolvimento evolutivo.


* Maiores aprofundamentos sobre os itens I e II deste artigo podem ser lidos no artigo "INANNA - Vênus, Atlântida e Suméria" aqui em nosso site Sol da Alvorada.


I. A Origem Celeste de Inanna


IN.ANNA - "Senhora do Céu" e "Estrela da manhã e da Tarde". - Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
IN.ANNA - "Senhora do Céu" e "Estrela da manhã e da Tarde". - Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

IN.ANNA, cujo nome pode ser traduzido como “IN - Senhora do ANNA - Céu”, é associada desde os textos mais antigos ao planeta Vênus — a estrela da manhã e da tarde. Vênus é o astro que morre no horizonte e retorna, alternando brilho e invisibilidade. Desde a antiguidade, essa dinâmica simboliza o ciclo iniciático: presença, ocultamento, renascimento.


Na leitura espiritual profunda, Inanna representa:


  • A Consciência que desce à matéria;

  • A Alma que atravessa densidades;

  • A Força do Amor que ilumina e purifica.


Se quisermos usar linguagem esotérica posterior, poderíamos dizer que Inanna é arquétipo da consciência venusiana — não no sentido astronômico literal, mas como símbolo da vibração harmônica, estética e evolutiva.


Algumas tradições espiritualistas falam de civilizações anteriores (Lemúria, Atlântida) como eras de consciência elevada. Nesse campo simbólico, Inanna pode ser entendida como:


  • Portadora de uma memória anterior à humanidade histórica;

  • Discípula de LAAR LARU (Enki), senhor da sabedoria e das águas primordiais (Mestre de Templo na Atlântida);

  • Expressão da sabedoria que decide experienciar a limitação humana.


Mas o ponto central não é sua origem geográfica ou planetária. O ponto central é que ela aceita descer.


E toda iniciação começa com essa decisão.


II. Inanna Antes da Descida ao submundo: A Mestra Completa?


São os ornamentos que fazem a Mestra ou Mestre de si?Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
São os ornamentos que fazem a Mestra ou Mestre de si?Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Nos mitos sumerianos, Inanna já é poderosa nos status materiais e morais antes de descer ao submundo. Todos os status são justificados individualmente em trechos correspondentes em dois textos antigos. O primeiro texto é a "Descida de Inanna". E assim são descritos os itens materiais:


  • Coroa - "Ela colocou a shugurra, a coroa da estepe, sobre sua cabeça".;

  • Colares - "Ela amarrou as pequenas contas de lápis-lazúli em volta do pescoço; deixou o cordão duplo de contas cair sobre seu peito".;

  • Vestes reais - "Ela envolveu o manto real (veste pala) em torno de seu corpo".

  • Outros adornos - O texto menciona ainda o peitoral de armadura, o anel de ouro no pulso e a vara de medir de lápis-lazúli na mão.



Em outro texto "Inanna e Enki" é descrito o status moral e como Inanna alcançou esse status moral. Inanna viajou de Uruk para Eridu para obter os ME (decretos divinos da civilização) do deus Enki, isto é, para conhecer e apreender os conhecimentos das Leis Divinas (ME).


  • Os ME (ordens da civilização, obtidos de Enki no mito Inanna e Enki) - "Ela reuniu os sete ME (Mays). Com os ME (Mays) em sua posse, ela se preparou" (introdução comum que liga o recebimento dos poderes à sua autoridade na Descida).


Ela já domina as artes e a música; a realeza; a fertilidade; as estratégias civilizacionais; a formação moral; e poder material.


Por que então descer?


Porque poder externo não equivale a realização interna.


A descida não é punição. É escolha consciente de aprofundamento.


Este é o primeiro ensinamento iniciático:


A verdadeira evolução começa quando a alma voluntariamente enfrenta sua própria sombra.



III. O "Abandono do Céu" (An-gal-ta ki-gal-she) e o Chamado ao Submundo


Toda iniciação exige esse movimento: descer para encontrar a si mesmo em essência. - Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Toda iniciação exige esse movimento: descer para encontrar a si mesmo em essência. - Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

O mito começa com a frase: "Do Grande Céu, ela voltou sua mente para a Grande Terra (Submundo)". O submundo (Kur) não é inferno moral. É o reino do não integrado. É o inconsciente profundo. É a dimensão onde aquilo que foi reprimido aguarda reconhecimento.


A Sabedoria neste ponto inicial do rito é que Inanna não foi expulsa; ela escolheu ir.


Na cosmologia suméria, o "Céu" (ANNA) representa o potencial e o ego consciente, enquanto o "Submundo" (Kur) representa o desconhecido e a morte.


Ereshkigal, senhora do Kur, não é vilã. Ela representa:


  • A dor não elaborada;

  • A parte da alma que sofreu;

  • A memória da separação.


Quando Inanna decide descer, ela decide encontrar sua própria parte exilada — aquilo que foi rejeitado, silenciado ou lançado às sombras de si mesma.


Toda iniciação exige esse movimento: a coragem de atravessar o escuro interior para reintegrar o que parecia perdido e, assim, tornar-se inteira.



IV. Os Sete Portões: O Processo de Despojamento


Ao entrar no reino de sua irmã Ereshkigal, Inanna é forçada a passar por sete portais. Em cada um, o porteiro Neti diz:


"Silêncio, Inanna, os costumes do submundo são perfeitos. Eles não devem ser questionados".


A Sabedoria neste ponto médio dos 7 processos iniciáticos de despojamentos é: Ela entrega sua coroa, suas joias e, finalmente, suas roupas.


No processo de despojamento a forma externa do espírito vivida no corpo físico não tem importância, o processo é o mesmo, independente do planeta em que se vive para evoluir.


Portanto, o que deve ser compreendido por essa experiência transformadora é que: Em cada portão, um símbolo é retirado do ser, espírito, para que ele possa alcançar o seu aprimoramento espiritual integral.


Não é humilhação pública. É purificação interior diante da observação dos Mestres e Mestras espirituais. Um processo de despir-se das ilusões materiais, emocionais e espirituais do mundo para revestir-se proficuamente e profundamente apenas da essência do espírito para evoluir.


INANNA compreende os processos que precisa passar e respeita a condução de NETI (os despojamentos).       Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
INANNA compreende os processos que precisa passar e respeita a condução de NETI (os despojamentos). Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

1º Portão – A Coroa


Renúncia à identidade social.


Transformação moral: humildade.


Renunciar à coroa é abrir mão da identidade construída para ser vista e reconhecida.


A alma aprende que títulos e imagens sociais não sustentam o ser diante da profundidade.


Humildade é a base onde toda verdadeira transformação começa.









Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

2º Portão – Os Brincos


Renúncia à necessidade de aprovação.


Transformação psíquica: escuta interior.


Ao retirar os brincos, cessa a necessidade de aprovação externa.


O silêncio substitui o ruído das expectativas alheias.


Escutar a própria consciência torna-se mais importante do que ser validado.








Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

3º Portão – O Colar


Renúncia ao status.


Transformação ética: autenticidade.


O colar simboliza status e reconhecimento acumulado.


Sem ele, permanece apenas o que é autêntico.


A verdade interior começa a valer mais do que a posição ocupada.









Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

4º Portão – Os Ornamentos do Peito


Renúncia ao orgulho espiritual.


Transformação emocional: vulnerabilidade.


Remover o peitoral é abandonar a armadura espiritual.


A vulnerabilidade substitui o orgulho sutil de quem acredita já saber.


O coração exposto torna-se o verdadeiro centro de força.








Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

5º Portão – O Cinto de Poder


Renúncia ao controle.


Transformação energética: confiança.


O cinto representa controle e domínio sobre circunstâncias.


Ao soltá-lo, aprende-se a confiar no fluxo da experiência.


A força deixa de ser imposição e passa a ser entrega consciente.









Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

6º Portão – As Pulseiras


Renúncia à ação compulsiva.


Transformação física: quietude consciente.


As pulseiras simbolizam ação constante e movimento compulsivo.


Ao removê-las, surge a quietude que antecede a compreensão profunda.


A sabedoria nasce quando agir deixa de ser fuga e se torna escolha.









Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

7º Portão – As Vestes Nobres


Renúncia total ao ego.


Transformação ontológica: essência nua.


O texto afirma:

“Ela foi despida dos poderes do céu.”


Isso significa:


Despida das vestes, a alma já não se apoia em nenhuma identificação. A alma deixa de operar pela identidade e passa a operar pela essência. Nada resta além da essência nua, sem máscaras ou papéis. É o momento em que o ser deixa de representar e simplesmente é.



V. A Morte Simbólica


A suspensão é o estado liminar. Não é destruição. É silêncio absoluto. - Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
A suspensão é o estado liminar. Não é destruição. É silêncio absoluto. - Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

"Tu és aquela que pisa no impossível... nas profundezas onde o desespero habita, tu encontras o teu caminho."— (Dos Hinos a Inanna)


A Sabedoria, neste momento do rito, se revela quando ela retorna, pois ela não é mais apenas a deusa reconhecida pelo mundo. Ela agora é a mulher que conhece os mistérios da vida e da morte.


Ao "elevar-se", Inanna, é um retorno com autoridade profunda de si mesma. Ela desceu como uma deusa jovem e ambiciosa e subiu abdicando do poder e das ilusões do mundo material como uma iniciada.


Inanna é julgada e morre. Seu corpo fica suspenso por três dias.





Três é número iniciático universal:


Corpo

Alma

Espírito


Ou:

Passado

Presente

Futuro


Ou ainda:

Ignorância

Purificação

Sabedoria


A suspensão é o estado liminar. Não é destruição. É silêncio absoluto.


Na prática iniciática humana, isso corresponde a:


  • Crise existencial;

  • Perda de referências, principalmente, do mundo material;

  • Momentos de noite(s) escura(s) da alma.


Mas sempre com propósito evolutivo.


VI. A Intervenção da Sabedoria


Seres andróginos enviados por ENKI, o mestre de INANNA, ajudam-na no momento difícil.                                        Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Seres andróginos enviados por ENKI, o mestre de INANNA, ajudam-na no momento difícil. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Nos mitos, Enki envia seres andróginos para resgatar Inanna.


Simbolicamente:


A Sabedoria primordial nunca abandona a alma que desce com intenção pura.


Aqui está o princípio teúrgico:


Quando a descida é feita com intenção de evolução, o auxílio superior é inevitável. A restauração não vem pela força, mas pela compaixão.




VII. O Retorno e a Integração


O Ser Integral.                                           Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
O Ser Integral. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Inanna retorna, mas não como antes. Ela não recupera simplesmente os ornamentos. Ela os transcende.


Agora ela possui:

Poder integrado;

Sombra reconhecida;

Amor amadurecido;

Consciência expandida.


A estrutura iniciática completa revelada é, portanto:


Descida → Despojamento → Morte → Suspensão → Intervenção → Retorno → Integração.






VIII. Modelo Iniciático Aplicável à Transformação Humana


A iniciação de Inanna pode ser aplicada como caminho evolutivo:


Humildade, responsabilidade, compaixão.      Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Humildade, responsabilidade, compaixão. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

1 -Transformação Moral


Humildade, responsabilidade, compaixão.


Humildade nasce quando o ego deixa de ocupar o centro e a consciência assume responsabilidade por seus próprios atos.


Responsabilidade é reconhecer que toda escolha gera consequências, internas e externas.


Compaixão surge quando entendemos que a jornada do outro é tão complexa quanto a nossa.



Alinhamento entre intenção e ação.                 Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Alinhamento entre intenção e ação. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

2 - Transformação Ética


Alinhamento entre intenção e ação.


A ética verdadeira não é obediência externa, mas coerência interior.


É quando intenção e ação deixam de caminhar separadas e passam a expressar a mesma verdade.


O ser humano alinhado não precisa provar nada — ele simplesmente vive o que compreendeu.




Integração da sombra.                                       Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Integração da sombra. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

3 - Transformação Psíquica


Integração da sombra.


Integrar a sombra é acolher aquilo que foi reprimido, negado ou temido.


Não se trata de eliminar a escuridão, mas de iluminá-la com consciência.


Quando a psique se torna inteira, o conflito interno perde sua força fragmentadora.






Disciplina, purificação, equilíbrio energético.   Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Disciplina, purificação, equilíbrio energético. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

4 - Transformação Física


Disciplina, purificação, equilíbrio energético.


O corpo não é obstáculo espiritual, mas instrumento de realização.


Disciplina e purificação significam criar condições para que energia e consciência fluam com equilíbrio.


O corpo harmonizado torna-se fundamento estável para a expansão interior.





Alinhamento com a ordem cósmica.                Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Alinhamento com a ordem cósmica. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

5 - Transformação Espiritual


Alinhamento com a ordem cósmica.


Alinhar-se com a ordem cósmica é reconhecer que há uma inteligência maior sustentando a existência.


Espiritualidade madura não busca fuga do mundo, mas sintonia com seu ritmo profundo.


Quando há alinhamento, a vida deixa de ser combate e torna-se participação consciente no todo.


Nada aqui envolve maldade. Nada envolve dominação.

É caminho de integração e elevação.



IX. Relação com Gilgamesh e a Criação


A verdadeira soberania é interior.                    Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
A verdadeira soberania é interior. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Na Epopeia de Gilgamesh, o herói falha em integrar plenamente a mortalidade.


Inanna, ao contrário, atravessa a morte simbólica e retorna.


Na Epopeia da Criação (Enuma Elish), a ordem nasce do caos. Na descida, a ordem nasce da integração da sombra.


Ambos os ciclos mostram que:

A verdadeira soberania é interior.





X. Inanna como Arquétipo Universal


INANNA - o arquétipo universal da alma.        Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
INANNA - o arquétipo universal da alma. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

A matriz:


Morte → Suspensão → Retorno


Aparece depois em:

  • Mistérios órficos

  • Teurgia neoplatônica

  • Cristianismo místico

  • Hermetismo


Mas nos mitos e epopeias da antiga Suméria essa matriz já está estruturada de forma clara pela própria vivência mítica de INANNA.




Inanna é o arquétipo universal da alma que:

Escolhe descer;

Aceita despir-se;

Integra sua sombra; e

Retorna luminosa



XI. Conclusão:


Tornou-se Mestra porque venceu a si mesma.               Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Tornou-se Mestra porque venceu a si mesma. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

A iniciação de Inanna é:


  • Caminho de autoconhecimento;

  • Processo de purificação;

  • Integração da dualidade;

  • Retorno à unidade.


- Ela não ensina guerra interior. Ensina reconciliação.


- Não ensina destruição. Ensina integração.


- Não ensina dominação. Ensina alinhamento com o cosmos.


Assim, o entendimento mais amplo do processo iniciático de INANNA é:


"Ninguém se torna completo sem olhar para o próprio abismo. O poder que não conhece a perda é frágil; o poder que ressurge renovado na essência do próprio espírito é sábio e profundo." - Equipe Sol da Alvorada


Se Inanna é a representação de Vênus, logo ela é a estrela que morre e retorna. Se é mestra por alcançar sua evolução ao libertar-se em seu mundo e, também, em outro mundo, é porque atravessou as águas do conhecimento e do espírito (Abzu) e a sombra do abismo de seu próprio interior (Kur), isto é, venceu a si mesmo.


Mas acima de tudo, ela é:


O modelo da alma que escolhe evoluir continuamente.




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Amor, Luz e Paz Sempre!

Salve a Grande Luz!



Ruan Fernandes

Equipe Sol da Alvorada



Referências:


CAMPBELL, Joseph. O herói de mil faces. São Paulo: Cultrix, 1997.

DALLEY, Stephanie (trad.). Myths from Mesopotamia: Creation, the Flood, Gilgamesh, and Others. Oxford: Oxford University Press, 2000.

ELIADE, Mircea. O sagrado e o profano. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

ELIADE, Mircea. Ritos e símbolos de iniciação. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

GEORGE, Andrew. The Epic of Gilgamesh: A New Translation. London: Penguin Classics, 1999.

JUNG, Carl Gustav. Os arquétipos e o inconsciente coletivo. Petrópolis: Vozes, 2000.

KRAMER, Samuel Noah. History Begins at Sumer: Thirty-Nine Firsts in Recorded History. 3. ed. Philadelphia: University of Pennsylvania Press, 1981.

LAMBERT, W. G. Babylonian Creation Myths. Winona Lake: Eisenbrauns, 2013.

PLOTINO. Enéadas. Tradução de José Trindade Santos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2000.

WOLKSTEIN, Diane; KRAMER, Samuel Noah. Inanna: Queen of Heaven and Earth: Her Stories and Hymns from Sumer. New York: Harper & Row, 1983.

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