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Série Tábua das Esmeraldas - 04


Tábua IV – Nascido no Espaço


Introdução


Não fala apenas como um sábio atlante, mas, também, como um emissário das esferas estelares, nascido do Espaço, portador da luz primordial e guardião das leis que regem o Cosmos.          Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Não fala apenas como um sábio atlante, mas, também, como um emissário das esferas estelares, nascido do Espaço, portador da luz primordial e guardião das leis que regem o Cosmos. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Na quarta Tábua das Esmeraldas, Thoth revela sua natureza celeste e sua origem transcendental. Não fala apenas como um sábio atlante, mas, também, como um emissário das esferas estelares, nascido do Espaço, portador da luz primordial e guardião das leis que regem o Cosmos.


Seu verbo é um espelho do Logos eterno — a inteligência criadora que se desdobra na matéria e chama os seres à lembrança de sua essência divina.


“Das profundezas do espaço vim, nascido nas estrelas dos planos do infinito”, declara Thoth, estabelecendo sua identidade como mensageiro interdimensional.


Ele é o peregrino cósmico que atravessa o abismo entre mundos, carregando a sabedoria atlante às terras de Khem, onde as sombras do esquecimento haviam obscurecido o brilho da antiga ciência da luz. Sua missão é restaurar o elo entre a Terra e o Céu, relembrando aos homens sua filiação divina e a lei de harmonia que governa os mundos visíveis e invisíveis.


Ele é o espelho do espírito desperto, o sacerdote solar que recorda aos filhos da noite sua herança sideral.                                                                 Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Ele é o espelho do espírito desperto, o sacerdote solar que recorda aos filhos da noite sua herança sideral. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Assim como o Logos desce à matéria para semear consciência, Thoth desce aos planos densos para reacender no homem o fogo do conhecimento. Ele é o espelho do espírito desperto, o sacerdote solar que recorda aos filhos da noite sua herança sideral. Como afirma o Poimandres:


“O homem é um milagre, ó Tat, pois contém em si o poder dos céus e da terra”. (Poimandres, 1992, Livro I, §12)


Desse modo, a Tábua IV não é apenas o relato de uma viagem cósmica, mas a narrativa da própria alma humana em seu exílio e retorno. Nela, Thoth simboliza a consciência desperta, livre das correntes do tempo, cuja voz ecoa através das eras, convidando o buscador a recordar: somos viajantes do infinito, filhos do mesmo sol que brilha além das estrelas.



1. O Viajante Dimensional


Ele é a consciência pura que se move entre os planos do ser, uma centelha que atravessa o tempo sem se perder, pois compreendeu a natureza essencial da vida e da luz.                                  Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Ele é a consciência pura que se move entre os planos do ser, uma centelha que atravessa o tempo sem se perder, pois compreendeu a natureza essencial da vida e da luz. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

“Não sou homem, pois me tornei livre nas dimensões e planos”.



Estas palavras ecoam como o som do trovão espiritual que rompe o véu da ignorância.


Thoth se declara não mais confinado à forma, mas plenamente desperto em sua natureza multidimensional. Ele é a consciência pura que se move entre os planos do ser, uma centelha que atravessa o tempo sem se perder, pois compreendeu a natureza essencial da vida e da luz.



No simbolismo hermético, essa liberdade dimensional representa a conquista do Nous, o Intelecto divino que tudo permeia sem se prender a nada. Poimandres ensina no Corpus Hermeticum:


“O Nous, pai do universo, é luz e vida”. (Poimandres, 1906, Livro I, §9)


Thoth é essa mente viva manifestada, o reflexo consciente da harmonia universal que atua nos mundos como inteligência criadora. Sua viagem não é linear nem física — é vibracional, interior, espiritual. Ele atravessa portais de consciência, não de espaço.


A verdadeira libertação não está em escapar do mundo, mas em transcender suas ilusões.      Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
A verdadeira libertação não está em escapar do mundo, mas em transcender suas ilusões. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

O iniciado que contempla essa passagem compreende que a verdadeira libertação não está em escapar do mundo, mas em transcender suas ilusões.


A “liberdade nas dimensões” é o despertar da percepção no corpo de luz — o sahu dos egípcios, o soma pneumatikon dos gregos — veículo incorruptível da alma que sobrevive à dissolução da carne.


“Tornei-me chama viva entre as chamas, espírito entre os espíritos, viajante do sem-fim”.


Nesta frase, Thoth revela o estado de fusão com a Consciência Universal.


Ser “chama entre chamas” é reconhecer-se parte do Fogo criador que anima o cosmos. Assim como ensina o Caibalion:


“Tudo é Mente; o Universo é mental”. (Três Iniciados, 2006, p. 15)


Cada ser humano é um Thoth em potência, capaz de atravessar os véus do tempo e reconhecer em si a mesma luz imortal.                                           Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Cada ser humano é um Thoth em potência, capaz de atravessar os véus do tempo e reconhecer em si a mesma luz imortal. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

O ser desperto não se opõe ao Todo — ele é o Todo manifestando-se em forma consciente.

(Equipe Sol da Alvorada)


Essa imagem do viajante dimensional é também metáfora do caminho do iniciado.


Cada ser humano é um Thoth em potência, capaz de atravessar os véus do tempo e reconhecer em si a mesma luz imortal.


Aquele que desperta torna-se viajante entre mundos, servidor silencioso da consciência cósmica.



2. Sabedoria dos Sete e os Mistérios Cósmicos


O Setenário Sagrado — os sete princípios eternos que estruturam o Universo.                               Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
O Setenário Sagrado — os sete princípios eternos que estruturam o Universo. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

“Grande é a sabedoria dos Sete, poderosos de além”.


Com estas palavras, Thoth revela uma das chaves centrais do hermetismo: o Setenário Sagrado — os sete princípios eternos que estruturam o Universo.


Em todas as tradições, o número sete é o selo da perfeição: os sete planetas, os sete metais, as sete notas, as sete esferas da ascensão. Cada uma é uma emanação do Uno, uma vibração do Espírito na matéria.


Thoth ensina que dominar a sabedoria dos Sete é aprender a harmonizar-se com essas forças cósmicas, não a controlá-las. Ele se apresenta como mediador entre essas potências, o sacerdote que decifra suas linguagens e traduz suas energias em conhecimento humano. Como ensina o Caibalion:


“O Princípio de Correspondência estabelece: o que está em cima é como o que está embaixo; o que está embaixo é como o que está em cima”. (O Caibalion, Três Iniciados, 2006, p. 23.)


Assim, compreender os Sete é compreender o reflexo do cosmos em si mesmo.


A Tábua IV descreve os Sete como consciências vivas — entidades de sabedoria que sustentam o equilíbrio da criação. Forma, Energia, Tempo, Transmutação, Sabedoria, Amor e Unidade são suas manifestações.


“Em mim falam os Sete, pois sua voz é a harmonia do Todo”.


Thoth é, portanto, o ponto de convergência dessas forças, o canal da harmonia universal.


Integrar os Sete significa despertar sete centros internos de consciência, tornando-se microcosmo consciente do macrocosmo.                              Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Integrar os Sete significa despertar sete centros internos de consciência, tornando-se microcosmo consciente do macrocosmo. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

O Zohar, em ressonância, declara:


“Os sete luminares sustentam o trono do Infinito, e cada um emite um raio da glória divina”. (Zohar, 2012, Seção “Bereshit A”, vol. I, p. 37)


Na linguagem cabalística, esses Sete são os Sefiroth inferiores — a árvore viva da manifestação. Assim, a sabedoria de Thoth reflete a estrutura interna do próprio cosmos.


No caminho iniciático, integrar os Sete significa despertar sete centros internos de consciência, tornando-se microcosmo consciente do macrocosmo. Como afirma o Poimandres no Corpus Hermeticum:


“Conhece-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo”. (Poimandres, 1924, , §9)


O homem é o oitavo que sintetiza os Sete — o elo vivo entre o céu e a terra.


A sabedoria dos Sete, portanto, é a harmonia do movimento divino. Aquele que a compreende participa da música das esferas e vive em sintonia com a respiração do universo.


3. Conhecimento Celeste das Estrelas



A ascensão de Thoth é a conquista da gnose viva — o saber que nasce da experiência direta da luz interior.                                                                Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
A ascensão de Thoth é a conquista da gnose viva — o saber que nasce da experiência direta da luz interior. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

“Fui elevado acima do Templo, deixando para trás o Três e o Morador”.


Essa passagem contém um dos símbolos mais profundos do texto: a libertação do espírito das formas hierárquicas e da prisão do poder terreno.


O “Três” representa as tríades de limitação — corpo, mente e ego — que aprisionam a luz da consciência.


Ao elevar-se acima do Templo, Thoth não abandona o sagrado, mas o transcende: compreende que o verdadeiro altar está dentro do coração desperto.


Essa compreensão é eco do ensinamento de Asclépio no Corpus Hermeticum:


“O templo de Deus é o cosmos, e o homem é o templo de Deus”. (Asclépio, §10, in Corpus Hermeticum, 2010, p. 57)


A ascensão de Thoth é a conquista da gnose viva — o saber que nasce da experiência direta da luz interior. Ele penetra os registros eternos, que mais tarde seriam conhecidos como os Arquivos Akáshicos, e grava ali a sabedoria dos mundos.


Aqui Thoth declara o ato criador de registrar o conhecimento nas dimensões sutis. As palavras tornam-se vibrações luminosas, eternamente preservadas. O iniciado que desperta pode lê-las não com os olhos, mas com o coração purificado. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Aqui Thoth declara o ato criador de registrar o conhecimento nas dimensões sutis. As palavras tornam-se vibrações luminosas, eternamente preservadas. O iniciado que desperta pode lê-las não com os olhos, mas com o coração purificado. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

“Nos salões das estrelas inscrevi a sabedoria dos tempos, gravando-a na luz para os que virão”.


Aqui Thoth declara o ato criador de registrar o conhecimento nas dimensões sutis. As palavras tornam-se vibrações luminosas, eternamente preservadas.


O iniciado que desperta pode lê-las não com os olhos, mas com o coração purificado.


Essas inscrições luminosas não são escritas em pedra, mas no tecido vibracional do universo.


O iniciado que desperta pode lê-las através da intuição e da contemplação encontrando-as em outros textos da sabedoria dos Mestres e Mestas Anciãos da Luz. Como por exemplo em Pistis Sophia que declara:


Em Pistis Sophia, a alma, ao libertar-se dos laços materiais, ascende através dos éons, uma jornada análoga à de Thoth ao atravessar dimensões e retornar como emissário da luz.                        Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a. 
Em Pistis Sophia, a alma, ao libertar-se dos laços materiais, ascende através dos éons, uma jornada análoga à de Thoth ao atravessar dimensões e retornar como emissário da luz. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a. 

“Quando a alma se torna luz, ela se eleva e contempla a vastidão dos Éons; e ali reconhece sua verdadeira origem.” (Pistis Sophia, 1896, Capítulo 17, p. 42)


Essa passagem ecoa diretamente o tema da ascensão espiritual presente em “Nascido no Espaço”. Em Pistis Sophia, a alma, ao libertar-se dos laços materiais, ascende através dos éons, uma jornada análoga à de Thoth ao atravessar dimensões e retornar como emissário da luz.


A metáfora da alma que se torna luz reflete a mesma verdade hermética expressa em Thoth: a libertação é um processo de iluminação interior e reintegração ao Uno.


De forma semelhante encontramos, também, em outro exemplo, o texto do Evangelho da Verdade presente nos escritos de Nag Hammadi:


Essa luz interior é o elo entre as tradições hermética e gnóstica, ambas vendo o ser humano como uma centelha do divino, chamada a recordar sua própria natureza luminosa.                         Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a. 
Essa luz interior é o elo entre as tradições hermética e gnóstica, ambas vendo o ser humano como uma centelha do divino, chamada a recordar sua própria natureza luminosa. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a. 

“Aqueles que conheceram o Todo em si mesmos não mais caminham na escuridão, pois o conhecimento é seu próprio sol.” (Evangelho da Verdade,1987, Biblioteca de Nag Hammadi, Códice I, 3, p. 250)


O Evangelho da Verdade revela o mesmo princípio central do hermetismo: o autoconhecimento como iluminação. Assim como Thoth ensina que o homem deve tornar-se “chama viva entre as chamas”, o texto gnóstico afirma que o verdadeiro sol é interno — o conhecimento do Todo.


Essa luz interior é o elo entre as tradições hermética e gnóstica, ambas vendo o ser humano como uma centelha do divino, chamada a recordar sua própria natureza luminosa.


Um recordar que necessita da essência da alma, do ser que busca seu aperfeiçoamento, seu burilamento para compreender que os mistérios são revelados aos de mente pura pelos olhos da alma, como é explicado no Corpus Hermeticum:


O conhecimento estelar não é transmitido por livros, mas por ressonância espiritual.               Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a. 
O conhecimento estelar não é transmitido por livros, mas por ressonância espiritual. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a. 

“O que está oculto à vista se revela à mente pura; e o invisível é visto pelo olho da alma”. (A Mente Sagrada, 1906, Livro XII, §3).


Assim, o conhecimento estelar não é transmitido por livros, mas por ressonância espiritual. Thoth é o arquivista cósmico que ensina o homem a ler a linguagem silenciosa das estrelas.


Para o buscador, esse ensinamento é um lembrete: o verdadeiro templo é interior, e o verdadeiro livro é o próprio ser.


O céu está em nós, e o conhecimento das estrelas é a memória de nossa origem divina.



4. A Nave Oculta: Ponte Entre Mundos


A nave no sentido de corpo glorioso e que possui a capacidade de atravessar dimensões e receber os registros Akáshicos. Ela é a Arca da Consciência, indestrutível, navegando os oceanos do tempo. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a. 
A nave no sentido de corpo glorioso e que possui a capacidade de atravessar dimensões e receber os registros Akáshicos. Ela é a Arca da Consciência, indestrutível, navegando os oceanos do tempo. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a. 

“Recolhi toda minha sabedoria dentro da nave espacial...”.


Apesar da aparência moderna, a “nave” é um símbolo milenar: o veículo da alma, o Merkabah da tradição cabalística, o corpo glorioso que atravessa dimensões. Thoth a constrói com luz, preservando dentro dela os registros atlantes e os segredos do cosmos. Ela é a Arca da Consciência, indestrutível, navegando os oceanos do tempo. Ensina o Corpus Hermeticum:


“O homem se torna luz quando se une à Luz”. (Poimandres, 1992, Livro I, §24).


Assim também Thoth, ao unir-se à sua natureza cósmica, torna-se portador da sabedoria eterna. A nave é o símbolo desse estado de integração: consciência cristalina que atravessa as eras sem se corromper.


“E a nave permaneceu oculta até que o ciclo do homem se completasse, para que os filhos da luz a encontrassem”.


A sabedoria, portanto, nunca se perde — apenas se oculta até que o buscador esteja pronto para reencontrá-la. Essa imagem representa o depósito invisível do conhecimento sagrado, preservado nas dimensões sutis até o retorno da humanidade à consciência superior.


O iniciado que constrói seu próprio veículo de luz torna-se parte da Nave de Thoth.                      Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a. 
O iniciado que constrói seu próprio veículo de luz torna-se parte da Nave de Thoth. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a. 

Nos textos místicos judaicos, a Merkabah é o trono móvel de Deus, conduzido por seres de fogo e luz. Ela é o veículo da presença divina. Assim também Thoth — o navegador das eras — conduz o espírito humano pelo oceano do esquecimento até a margem da recordação.


O iniciado que constrói seu próprio veículo de luz torna-se parte da Nave de Thoth. Ele não viaja apenas entre estrelas, mas entre estados de consciência, levando consigo o fogo da sabedoria que transcende os mundos.




Conclusão


Grão-Mestre THOTH recorda ao buscador que a meta final não é o céu, mas o despertar — o retorno da alma à sua própria fonte.                              Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a. 
Grão-Mestre THOTH recorda ao buscador que a meta final não é o céu, mas o despertar — o retorno da alma à sua própria fonte. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a. 

A Tábua IV — Nascido no Espaço — é um hino ao espírito libertado. Nela, Thoth manifesta a imagem do homem divino que conquistou a eternidade e agora serve de guia aos que ainda dormem na matéria. Sua mensagem é a lembrança de que viemos das estrelas e a elas retornaremos, quando nossa consciência se tornar novamente luz.


Como proclama o Caibalion:


“O Todo é Mente; o Universo é mental”.


Thoth é a personificação desse princípio, a mente universal atuando através da forma humana. Ele recorda ao buscador que a meta final não é o céu, mas o despertar — o retorno da alma à sua própria fonte.


Aquele que compreender a Tábua IV verá que não é uma narrativa mítica, mas um espelho da própria ascensão humana. Cada homem é uma estrela em viagem, cada coração é uma nave, e cada ato de sabedoria é um passo no caminho de volta à eternidade.



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Amor, Luz e Paz Sempre!

Salve a Grande Luz!



Ruan Fernandes

Equipe Sol da Alvorada



Referências:


DOREAL. As Tábuas de Esmeralda de Thoth, o Atlante. Tradução adaptada.

DOREAL. Tradução e Comentários sobre as Tábuas de Thoth. Brotherhood of the White Temple, 1930.

BESANT, Annie. Sabedoria Antiga. São Paulo: Pensamento, 2009.

BLAINVILLE, P. Hermetica: Los Libros de Hermes Trismegisto. Madrid: EDAF, 2001.

Evangelho da Verdade (Biblioteca de Nag Hammadi, Códice I, 3). Tradução de Bentley Layton. In: The Gnostic Scriptures. New York: Doubleday, 1987, p. 250.

FABRE D’OLIVET, Antoine. A Língua Hebraica Restaurada. Paris: Dervy, 1987.

HERMES TRISMEGISTO. Corpus Hermeticum (Poimandres, Asclépio). São Paulo: Pensamento, 2010.

PISTIS SOPHIA. Trad. G. R. S. Mead. Londres: The Theosophical Publishing Society, 1896.

SCHWALLER DE LUBICZ, R. A. O Templo do Homem. Rochester: Inner Traditions, 1998.

Textos Herméticos Gregos. Coleção Budé. Paris: Les Belles Lettres, 1972.

TRÊS INICIADOS. O Caibalion. São Paulo: Madras, 2006.

ZOHAR. O Livro do Esplendor. Trad. Daniel C. Matt. São Paulo: Sefer, 2012.

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