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INANNA - Vênus, Atlântida e Suméria

INANNA - A linda missão voluntária da venusiana que veio para o planeta Terra, estabeleceu-se na Atlântida e ajudou a humanidade a ergue-se em novas terras, fundando os primórdios da civilização Suméria.                    Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
INANNA - A linda missão voluntária da venusiana que veio para o planeta Terra, estabeleceu-se na Atlântida e ajudou a humanidade a ergue-se em novas terras, fundando os primórdios da civilização Suméria. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.


Introdução


INANNA                                                               Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
INANNA Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

A figura de Inanna atravessa milênios como uma das presenças mais enigmáticas e poderosas da antiguidade.


Senhora do Céu, estrela da manhã, deusa do amor e da guerra, iniciadora de reis e portadora dos ME (Mays – Leis Divinas), ela surge na tradição sumeriana já plenamente formada, como se sua origem se perdesse num passado ainda mais remoto do que as primeiras cidades de barro.


Este artigo não pretende reconstruir Inanna a partir de uma perspectiva estritamente arqueológica ou filológica.


Trata-se de uma narrativa épica mitopoética — uma reinterpretação simbólica que entrelaça tradição Suméria, memória atlante e cosmologia venusiana, sem reivindicar historicidade literal, mas explorando a potência arquetípica dessas camadas sobrepostas.


INANNA entre o simbolismo mítico e a personagem histórica.                                                                          Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
INANNA entre o simbolismo mítico e a personagem histórica. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Partimos da hipótese simbólica de que mitos preservam ecos de civilizações anteriores, não necessariamente como fatos lineares, mas como estruturas de memória condensada.


Assim, Inanna é aqui apresentada como consciência em missão: um espírito proveniente de uma esfera elevada, que escolhe descer à densidade da matéria em um período crítico da Terra — o declínio da Lemúria, a corrupção atlante e o nascimento da Suméria.


A narrativa percorre três grandes movimentos: a escolha venusiana, a formação atlante e a consolidação Suméria. Ao longo desse percurso, os ME (Mays – Leis Divinas) deixam de ser apenas decretos divinos e tornam-se códigos civilizacionais; EN.KI deixa de ser apenas divindade aquática e revela-se transmissor adaptativo do saber; e Uruk emerge não apenas como cidade histórica, mas como símbolo da transmutação do poder em cultura.


Mais do que contar uma história, esta obra busca refletir sobre um princípio: o conhecimento só se torna verdadeiramente luminoso quando aprende a servir à maturidade coletiva.

 

I

O Espírito de Ana’Riel em Vênus e a Escolha da Missão Terrestre

(há mais de 50.000 anos)


Cidade Venusiana de LUMÉTHARA.                Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Cidade Venusiana de LUMÉTHARA. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Muito antes de seu nome ecoar como Inanna na Atlântida ou Ishtar nas terras semíticas, ela era conhecida em Vênus como Ana’Riel Vael’Sha, cujo significado aproximado poderia ser traduzido como “Chama Harmônica da Aurora Viva”.


A Vênus daquele ciclo remoto já era um planeta físico evolúido para os nossos padrões, um mundo em oitava vibracional mais sutil, já além da necessidade de matéria densa.


Suas cidades não eram construídas com pedra, mas com geometria cristalina condensada por consciência coletiva.


A capital espiritual onde Ana’Riel habitava chamava-se Luméthara, situada sobre vastos campos de cristais violeta-dourados que irradiavam frequências harmônicas.


No centro de Luméthara erguia-se o Templo Central da Luz, uma estrutura translúcida formada por colunas prismáticas que canalizavam a energia solar refinada. Não havia sombras ali — apenas gradações de luz.


Templo Central da Luz.                                       Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Templo Central da Luz. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Os habitantes não caminhavam: deslizavam suavemente como campos magnéticos conscientes. A comunicação não era vocal, mas tonal — cada ser emitia uma assinatura vibracional própria.


Ana’Riel era parte da Ordem da Espiral Branca, guardiã dos registros akáshicos venusianos. Seu campo áurico era descrito como opalescente com tons de ouro-rosado, sinal de um espírito já integrado à tríade Sabedoria-Amor-Vontade.


Foi nesse período que os Conselhos Superiores começaram a registrar distorções graves no campo planetário terrestre.


A Lemúria, outrora continente de pureza instintiva e comunhão telúrica, encontrava-se nos estertores finais. A Atlântida, civilização mental altamente desenvolvida, havia iniciado uma cisão interna: ciência sagrada de um lado; manipulação psíquica e magia de dominação do outro.


Ana'Riel foi recebida no Templo Solar, em Vênus, por Zargon In, Sumo Sacerdote e Mestre Ancião.                              Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Ana'Riel foi recebida no Templo Solar, em Vênus, por Zargon In, Sumo Sacerdote e Mestre Ancião. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Os chamados “Magos Negros” atlantes não eram monstros caricatos, mas sacerdotes desviados, que descobriram como condensar energia astral (Vril) em formas artificiais e como utilizar cristais gigantes para controle coletivo.


Diante desse quadro, o Conselho de Vênus abriu convocação aos espíritos livres. Foi então que Ana’Riel foi chamada ao Templo Central da Luz.


No templo, Ana'Riel foi recebida por Zargon In, Sumo Sacerdote e Mestre Ancião. Seu campo vibracional era tão vasto que parecia um sol interno contido em sua forma venusiana luminosa.


Ele não falava; sua voz surgia como acorde grave e sereno.


— “Ana’Riel, filha da Aurora Harmônica. Sabes por que foste chamada?”


— “Sim, Mestre Ancião Zargon In. A Terra vacila entre dois destinos. A Lemúria se dissolve. Atlântida ainda pode escolher.”


Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Mestre Ancião Zargon In abriu diante dela um holograma vibracional da Terra. Continentes brilhavam em azul e dourado, mas manchas escuras pulsavam na região atlante.


— “Os que descerem deverão aceitar o esquecimento parcial. A densidade velará a memória. Haverá dor.”


Ana’Riel silenciou longamente.


Ela já não precisava encarnar. Seu ciclo evolutivo estava completo em termos materiais. Mas a compaixão ativa — a escolha consciente de servir — ainda era um degrau possível.


— “Se eu for”, respondeu ela, “irei não como juíza, mas como ponte. Não para impor luz, mas para reacender o que ainda existe.”


Mestre Ancião Zargon In inclinou levemente o campo de luz.


— “Então escolhes descer à matéria densa?”

— “Escolho.” - respondeu Ana’Riel.


Grande Plataforma recebendo os irmãos e irmãs venusianos para o embarque na nave de transporte para o planeta terra. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Grande Plataforma recebendo os irmãos e irmãs venusianos para o embarque na nave de transporte para o planeta terra. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Nesse instante, todos aqueles espíritos venusianos que iriam como irmãos e irmãs voluntários de vênus para o planeta Terra começaram a ser reunidos na grande plataforma.


Na medida em que foram sendo acomodados na grande nave de transporte até o planeta Terra recebiam as últimas instruções sobre todo o período de adequação e adaptação com a nova atmosfera ao chegarem na Terra.


Ao longo da viagem as suas formas venusianas começariam a contrair-se vibracionalmente.


Ana’Riel olha uma última vez para seu lar, a cidade Luméthara, a cidade dos vastos campos de cristais violeta-dourados.                                                Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Ana’Riel olha uma última vez para seu lar, a cidade Luméthara, a cidade dos vastos campos de cristais violeta-dourados. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Ana’Riel, antes de encaminhar-se para a grande nave, dirigia seu último olhar consciente sobre a cidade de Luméthara para gravar como memória emocional e visual profunda a energia majestosa de seu lar. Ela sabia que ao escolher partir para Terra, a distância com Vênus seria muito maior do que ela poderia imaginar. Pois, mais tarde, já no planeta Terra, surgiria em sua alma e em coração, uma profunda emoção ao olhar para a Estrela da Manhã (Vênus) nos céus.


Após a partida passou-se meses venusianos (equivalentes a anos terrestres) em câmaras de redução de frequência, preparando-se para experimentar linearidade temporal, dualidade e emoção densa.



E assim, Ana’Riel atravessou os portais interdimensionais em direção ao ciclo atlante. Ela nasceria em uma das ilhas do arquipélago atlante como Inanna.


II

Inanna na Atlântida e a Missão com seu pai, Laar Laru no Vale do Golfo Pérsico

(cerca de 15.000 – 12.000 a.C.)


A Atlântida daquele período não era uma única cidade, mas um arquipélago de dez ilhas principais. A capital espiritual remanescente chamava-se Poséidonis, construída sobre plataformas de oricalco e quartzo azul na grande ilha de mesmo nome, Poséidonis.


Era o centro político e administrativo, onde ficava a capital e a maior concentração da população. Foi a última a submergir, segundo Edgar Cayce, por volta de 9.600 a.C., e segundo Helena Blavatsky, no ano de 9564 a.C. marcando o fim definitivo da era atlante.


As outras ilhas eram Undal, a menor, com a cidade Templo de Undara, do Rei-Sacerdote Thotme, pai de Thoth; Sinal, com Mare’Nyal, a Cidade dos Navegantes e de comércio marítimo de S’inaí; a ilha de Asur’Aeron, com Aur'Ânia, a Cidade dos conhecimentos; Nal’Undor, a ilha no norte com o grande vulcão Thalon e Thalamis, a Cidade dos Cristais; a ilha de Lunadhal, com Luminar, a Cidade das Estrelas; Sena’lur, com Elysea, a Cidade dos Jardins Suspensos; A’aryalon, com Seraphis, a Cidade dos Sacrifícios Sagrados.


Ilha atlante de Asur’Aeron, com AUR’Ânia, a Cidade dos templos de conhecimentos.                                  Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Ilha atlante de Asur’Aeron, com AUR’Ânia, a Cidade dos templos de conhecimentos. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Inanna nasceu na ilha de Asur’Aeron, com AUR’Ânia, a Cidade dos templos de conhecimentos, centro iniciático ligado ao Grande Templo Solar.


AUR’Ânia era cercada por canais de água cristalina, e o templo principal erguia-se internamente em formato espiralado, com sete anéis representando os planos da consciência e por fora como uma gigantesca pirâmide azulada com linhas douradas.


Desde criança, Inanna demonstrava memória intuitiva incomum. Reconhecia símbolos antigos sem estudo formal. Sentia os campos energéticos das pessoas. Tinha sonhos com cidades de luz.


Grande Templo Solar da cidade de AUR’Ânia, a Cidade dos templos de conhecimentos, na ilha atlante de Asur’Aeron.                                                         Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Grande Templo Solar da cidade de AUR’Ânia, a Cidade dos templos de conhecimentos, na ilha atlante de Asur’Aeron. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

No Grande Templo, sob orientação do seu mestre, o Mago-Sacerdote Naar Laru, conhecido posteriormente na mitologia Suméria como ENKI, ela ingressou na formação sacerdotal avançada.


Naar Laru não era apenas Mago-Sacerdote. Era engenheiro de cristais, guardião de registros e estrategista espiritual. Ele sabia que a Atlântida não sobreviveria indefinidamente, pois acompanhava cuidadosamente os comunicados dos Mestres e Mestras espirituais sobre o desdobramento das interferências energéticas em desequilíbrio na atmosfera da Atlântida.


Os Magos Negros haviam construído torres cristalinas voltadas para manipulação psíquica coletiva. O desequilíbrio vibracional acumulava-se. Em uma das câmaras internas do Grande Templo Solar, revestida de placas de cobre e ouro para condução energética, ocorreu um diálogo decisivo.


Naar Laru e sua filha, Inanna, na câmara do Grande Templo Solar, em AUR’Ânia.                             Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Naar Laru e sua filha, Inanna, na câmara do Grande Templo Solar, em AUR’Ânia. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

— “Inanna”, disse Naar Laru, observando o mapa astronômico projetado na mesa holográfica pela energia do cristal, “há regiões da Terra que ainda são férteis para recomeços.”

— “O vale entre os rios gêmeos”, respondeu ela.

— “Sim. Os grandes rios gêmeos (Tigre e o Eufrates) ainda não formam mar. O Golfo (Golfo Pérsico) é terra seca e verdejante. Se as águas subirem, será abrupto para os que ali viverem.”

Ela compreendeu imediatamente.

— “Então devemos ir antes.”

Naar Laru assentiu.

— “Uma colônia formaremos na região. Não de dominação, mas de preservação. Levar conhecimento de agricultura, escrita simbólica, arquitetura harmônica. Plantar sementes para além do cataclismo.”


A decisão foi tomada anos antes do grande evento final atlante. A geografia do Golfo naquela época era um vasto vale fértil propiscio para o recomeço de muitas famílias atlantes, inclusice de INANNA. Os seus pais eram Nanna, seu pai, e Ningal, sua mãe. Nanna ainda tinha um irmão mais jovem Utu.


A expedição partiu em embarcações atlantes voadoras denominadas originalmente de Vailixi. As Vailixi possuíam casco cristalizado, e durante a viagem voaram rapidamente, pelos mares das grandes tormentas, onde hoje são as terras do centro sul do continente africano, rumo ao oceano Índico.


Região do Golfo Pérsico há 12.000 anos a.C.               Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Região do Golfo Pérsico há 12.000 anos a.C. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Ao chegarem na região, por volta de 12.000 anos a.C. a imagem era de uma natureza exuberante em todos os sentidos.


A longa viagem os levaria até os grandes rios gêmeos, antes de ganharem os nomes de Tigre e Eufrates, mas que já serpenteavam por planícies cobertas de gramíneas altas e bosques de tamareiras silvestres. Manadas migravam livremente.


Povos tribais habitavam ao longo das margens, de ambos os rios, e suas moradias correspondiam a aglomerações de formações rústicas em estruturas simples.


Representação do momento da chegada dos atlantes na região do Golfo Pérsico, há cerca de 12.000 anos a.C. Na região, ao chegarem observaram os atlantes, que poucas eram as aldeias e os povos eram muito rústicos em seus hábitos. Sua condição tecnológica atual não permitia nenhum grande desenvolvimento social ou de aumento da expectativa de vida de sua população.                         Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Representação do momento da chegada dos atlantes na região do Golfo Pérsico, há cerca de 12.000 anos a.C. Na região, ao chegarem observaram os atlantes, que poucas eram as aldeias e os povos eram muito rústicos em seus hábitos. Sua condição tecnológica atual não permitia nenhum grande desenvolvimento social ou de aumento da expectativa de vida de sua população. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Inanna sentiu algo estranho ao pisar naquela terra.


Ela foi tomada de uma emoção que envolveu a todos os outros mais próximos. Não havia nada, mas o sentimento de recomeço trazia esperança.


Era como se estivesse vendo o futuro da humanidade em estado embrionário.


A colônia foi estabelecida próxima ao delta ancestral. Construíram centros de observação astronômica, canais de irrigação rudimentares e ensinaram ciclos agrícolas baseados em constelações. Mas o tempo geológico movia-se.


Entre 12.000 e 8.000 a.C., o derretimento das geleiras elevou o nível do mar. A bacia começou a ser inundada progressivamente.


A memória daquele vale perdido ecoaria milênios depois nas tradições sumérias como um paraíso submerso — e nas narrativas de Utnapishtim.


Dentre as raças atlantes dos Tavatlis e Toltecas estava os Karistianos (Carianis com asas e Acarianis sem asas). Era um povo alado atlante, de tradições muito antigas, que se desenvolveram ao longo das eras de AZTLAN. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Dentre as raças atlantes dos Tavatlis e Toltecas estava os Karistianos (Carianis com asas e Acarianis sem asas). Era um povo alado atlante, de tradições muito antigas, que se desenvolveram ao longo das eras de AZTLAN. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Em uma noite de presságio, Inanna e Naar Laru observavam o horizonte.

— “As águas subirão mais rápido do que pensávamos meu pai”, disse ela.

— “Sim, minha filha”, respondeu ele com serenidade grave. “Mas o que foi plantado permanecerá.”

Ela olhou para as tribos que começavam a assimilar escrita pictográfica simples.

— “E se esquecerem nossa origem?”

Naar Laru sorriu levemente.

— “Não importa que lembrem de nós. Importa que lembrem da luz.”



Décadas depois, após o cataclismo final de Poséidonis (9564 a.C., segundo tradições esotéricas), outros sobreviventes — incluindo Thoth, discípulo de seu pai Thotme, do Grande Templo de Unal, na ilha de Undal — levariam ensinamentos ao Kemet (Terras Negras). Mas a semente do Golfo já estava lançada.

INANNA - "Estrela da Manhã e da Tarde".            Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
INANNA - "Estrela da Manhã e da Tarde".         Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

E quando, séculos mais tarde, o nome de Inanna ecoou em URUK, posteriormente, entre os povos da Mesopotâmia, não era apenas mito. Era memória transformada em arquétipo.


Inanna-UD/hud (Manhã) e Inanna-sig (Tarde) era em URUK, a "Estrela da Manhã e da Tarde", a representação da Vênus que em sumério se denominava de Dilbat ou Delebat, o nome astronômico padrão para o planeta Vênus em textos cuneiformes. O termo pode significar "aquela que anuncia" ou "que brilha intensamente".


A estrela de oito pontas que a representava não era apenas símbolo de Vênus no céu. O símbolo da estrela de oito pontas de Vênus/Inanna, frequentemente exibida em selos e monumentos ao lado do disco solar (seu irmão Utu) e da lua crescente (seu pai Nanna) compreendia o dualismo entre manhã e noite que também é central no mito da Descida de Inanna ao Submundo, que espelha o desaparecimento e reaparecimento do planeta no horizonte.

 

Desço todos os níveis para servir.

 

Era a lembrança de seu simbolismo e ritual de transformação velado de uma origem luminosa e de uma escolha consciente de descer à densidade para servir.


III

EN.KI e o Despertar de KI.EN.GIR

A Fundação Atlante da Primeira Civilização Suméria


Quando as águas começaram a reclamar o vale antigo do Golfo, a colônia fundada por Naar Laru já não era apenas um refúgio: era um embrião civilizacional.


O nome antigo daquela terra, na língua que começava a se formar, era KI.EN.GIR — “Terra dos Senhores Nobres” ou “Terra dos Vigilantes”. Mais tarde os acadianos a chamariam de Shumeru. Para os atlantes, porém, era simplesmente a “Nova Semente”.


Naar Laru, agora adotando entre os povos locais o nome EN.KI — “Senhor da Terra” (EN = senhor; KI = terra) — compreendeu que sua missão não seria a de governar como rei absoluto, mas como transmissor de princípios. Ele não se apresentava como deus. Mas os povos, ao testemunharem sua ciência e domínio das forças naturais, não possuíam outra linguagem para descrevê-lo.


3.1 - As Primeiras Cidades


Templos iniciais ou pré-formações dos Zigurates.      Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Templos iniciais ou pré-formações dos Zigurates. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

As primeiras fundações foram erguidas em regiões elevadas, protegidas da subida gradual das águas.


Entre elas:

  • ERIDU (ERI.DU) — considerada mais tarde a cidade mais antiga da Suméria.

  • BAD.TIBIRA — “Fortaleza dos Fundidores”.

  • LARAK

  • SIPPAR

  • SHURUPPAK

  • KA.IF.FU


Em nossa reconstrução iniciática, ERIDU foi o principal centro atlante inicial. Seu nome oculto entre os iniciados era E.RI.DU.AN, “Casa do Conhecimento Profundo das Águas”.


Ali foi erguido o primeiro grande templo em estilo híbrido atlante-mesopotâmico: um proto-E.ABZU — a “Casa do Abzu”.


E.ABZU em sua fase de construção.                Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
E.ABZU em sua fase de construção. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

O ABZU (ou Apsu) não era apenas o “abismo das águas primordiais”, mas simbolizava o campo psíquico profundo do planeta. ENKI era associado a ele porque dominava as correntes telúricas e os fluxos subterrâneos.


O templo não era ainda um zigurate elevado como os posteriores. Era uma estrutura semi-enterrada, com câmaras internas revestidas por argila vitrificada e placas de cobre. No centro havia um poço cerimonial que conectava simbolicamente ao Abzu. Em ABZU, ENKI reunia os primeiros iniciados.


Os Primeiros Reis-Sacerdotes


A Lista Real Suméria histórica menciona reis antediluvianos com reinados de milhares de anos. Em nossa narrativa iniciática, esses longos períodos simbolizam linhagens iniciáticas, não reinados literais.


INANNA tornou-se o arquétipo vivo da ponte entre céu e terra. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
INANNA tornou-se o arquétipo vivo da ponte entre céu e terra. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Entre os primeiros líderes estabelecidos com orientação atlante estavam:


  • EN.ME.GAL.ANNA — “Senhor dos Grandes ME (Mays) do Céu”

  • LUGAL.KI.AN — “Rei que Une Terra e Céu”

  • DUMU.ZI.AN (uma forma arcaica do nome que mais tarde seria Dumuzi)


Esses nomes não eram apenas títulos políticos. Eram designações vibracionais concedidas em rituais internos.


Inanna, já plenamente integrada à missão, não era apenas sacerdotisa. Tornou-se o arquétipo vivo da ponte entre céu e terra. Seu nome na forma suméria primitiva foi fixado como Nin.An.Ak — “Senhora do Céu” (NIN.AN.NA em algumas formas antigas).



A Transferência da Ciência Atlante


ENKI compreendia algo fundamental: não poderia simplesmente entregar tecnologia cristalina atlante aos povos ainda em formação mental. Isso levaria à repetição do erro. Assim, o conhecimento foi fracionado.


Canal de irrigação na antiga Suméria. As águas vinha das montanhas.                                        Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Canal de irrigação na antiga Suméria. As águas vinha das montanhas. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

A engenharia atlante tornou-se em KI.EN.GIR (Suméria):


-Canais de irrigação;


-Diques de contenção;


-Agricultura baseada em ciclos lunares e venusianos (Estrela da Manhã).









Escrita e registro em tabuletas.                             Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Escrita e registro em tabuletas. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
A matemática atlante tornou-se em KI.EN.GIR (Suméria):

-Sistema sexagesimal (base 60);


-Observação astronômica precisa;


-Divisão do círculo.








A magia atlante tornou-se em KI.EN.GIR (Suméria):


Selos, Vasos, Registros para guardar a memória viva de uma nascente, mas sofisticada civilização. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Selos, Vasos, Registros para guardar a memória viva de uma nascente, mas sofisticada civilização. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

-šiptu - Rituais de palavra vibracional (os primeiros EN-cânticos):


EN-CÂNTICO DE ABERTURA DOS PORTAIS

En-ki gal zu-ab-ta

Senhor do Abismo de Sabedoria, escuta.

Inanna nin-me gal-gal-la

Senhora dos Grandes Mistérios, desperta.

Pela Palavra que vibra antes da forma,

Pelo Nome que ressoa antes do som,

Abre-se o selo do coração antigo.

Luz que desce do alto céu,

Água que sobe do profundo abzu,

Unam-se no centro do ser.

Me-lam an-na Me-lam ki-a

Brilho do Céu, Brilho da Terra.

Que o que estava oculto seja lembrado. Que o que estava selado seja reconhecido. Que o espírito recorde seu Nome primeiro.

Zi-zi an-na Zi-zi ki-a

Vida do Céu, Vida da Terra.

Assim é selado. Assim é pronunciado. Assim vibra no invisível.




Selos e Mapas solares gravados em argila compondo registros de estruturas geométricas cada vez mais sofisticados.                                          Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Selos e Mapas solares gravados em argila compondo registros de estruturas geométricas cada vez mais sofisticados. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

-Selos geométricos gravados em argila;


-Uso ritual da água e do óleo.


O que antes eram cristais gigantes de focalização energética, agora tornaram-se tabletes de argila gravados com sinais cuneiformes.


Não era regressão.


Era adaptação consciente.










Diálogo no E.ABZU


Numa noite silenciosa em ERIDU, a primeira cidade erguida. E que era toda iluminada durante a noite por lamparinas de óleo nas ruas. Ela formava uma lindíssima imagem no por do sol. ENKI e INANNA conversavam junto ao poço do Templo Escola E.ABZU:


Templo Escola E.ABZU, na cidade de ERIDU no por do sol. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Templo Escola E.ABZU, na cidade de ERIDU no por do sol. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

— “Eles nos chamam de deuses”, disse Inanna, observando os aprendizes moldando tabletes.

— “Porque ainda não aprenderam que são sementes do mesmo fogo, minha filha”, respondeu ENKI.

— “E se repetirem o erro atlante?”

ENKI mergulhou a mão na água do poço e disse:

— “Por isso não entregamos poder. Entregamos princípios elevados (ME - (pronuncia-se Mays)).”

— Eu compreendo, meu pai. Nesse momento, Inanna recordava as memórias do astral, que mostravam a Atlântida ruindo por excesso de poder concentrado. A KI.EN.GIR (Suméria) deveria crescer pela estrutura gradual do conhecimento.






Poço do Templo Escola E.ABZU, em ERIDU.    Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Poço do Templo Escola E.ABZU, em ERIDU. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

A Magia Atlante-Suméria


A magia atlante baseava-se na manipulação direta de campos energéticos.


Na Suméria nascente, isso foi traduzido como:


ME (pronuncia-se Mays) — princípios divinos estruturadores da realidade;

NAM — essência ou destino;

ZI — sopro vital.





Organização dos conhecimentos primordiais em forma de arquétipos transferíveis, isto é, registros físico por símbolos (escrita em cunha).                   Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Organização dos conhecimentos primordiais em forma de arquétipos transferíveis, isto é, registros físico por símbolos (escrita em cunha). Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

ENKI e INANNA começaram então a organizar os conhecimentos primordiais em forma de arquétipos transferíveis, estruturando-os como matrizes vivas de consciência capazes de atravessar eras e civilizações.


Já não se tratava apenas de cristais energéticos que armazenavam vibrações sutis, mas de “Leis codificadas”, princípios universais condensados em padrões inteligíveis que poderiam ser transmitidos de mente a mente, de templo a templo, de geração a geração.


O saber deixava de ser apenas frequência e passava a tornar-se linguagem simbólica estruturada, apta a sobreviver à densificação da matéria e às limitações da memória humana.


Essas Leis codificadas eram organizadas segundo hierarquias vibracionais, refletindo a própria arquitetura do cosmos: ordem, harmonia, polaridade, ritmo, correspondência e evolução. Cada arquétipo funcionava como uma chave interna, capaz de despertar lembranças latentes na alma encarnada.


Assim, o conhecimento não seria imposto externamente, mas reconhecido internamente — como um eco ancestral que ressurge quando o espírito está pronto para recordá-lo.


ME (Códigos de princípios divinos estruturadores da realidade e pronuncia-se Mays). Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
ME (Códigos de princípios divinos estruturadores da realidade e pronuncia-se Mays). Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Esses códigos eram preservados em câmaras internas do templo, protegidas não apenas por barreiras físicas, mas por selos vibracionais e estados específicos de consciência.


Não eram espaços acessíveis ao olhar comum, mas ambientes consagrados onde a geometria sagrada, o som harmônico e a luz calibrada mantinham intacta a integridade das Leis.


Ali, o conhecimento permanecia em estado de latência ativa, aguardando o momento em que a humanidade pudesse, novamente, decifrar aquilo que um dia ajudara a escrever.


Nin.An.Ak — “Senhora do Céu” e Nam.Ki-Ág.ME - "Guardiã dos Princípios Divinos". Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Nin.An.Ak — “Senhora do Céu” e Nam.Ki-Ág.ME - "Guardiã dos Princípios Divinos". Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Inanna foi iniciada como guardiã dos ME (Códigos de Princípios Divinos e pronuncia-se Mays) ligados à:


  • soberania

  • fertilidade

  • harmonia social

  • poder da palavra

  • magnetismo venusiano


Ela não era apenas deusa do amor. A palavra suméria para "amor" (como substantivo) é nam-ki-ág (ou nam-ki-áĝ-ĝá).


Ela é derivada da expressão verbal ki-ág, que significa literalmente "medir a terra" ou "lugar de medição", sugerindo que, para os sumérios, o amor tinha uma conotação de guardar, proteger, cuidado, preferência ou benevolência. Aqui estão os termos principais relacionados:


  • ki-ág (ou ki-áĝ): O verbo "amar".

  • nam-ki-ág: O substantivo "amor".

  • ki-ág-ĝu₁₀: "Meu amado" ou "minha amada".

  • hili: Refere-se à atração física, luxúria ou beleza sedutora.


Logo, a conotação de deusa do Amor estava bem compreendida como nam-ki-ág conotação de cuidado, preferência ou benevolência. Era o amor duradouro, o laço de lealdade e cuidado. 


Na sociedade suméria, o amor era frequentemente visto de cima para baixo. O Rei e o Povo; os Deuses e os Homens. Portanto, quando dizemos que tinha conotação de benevolência, queremos dizer que o amor sumério era menos sobre "estar apaixonado" e mais sobre "agir em favor de alguém". Era um compromisso visível, como o cuidado de um pai pelo filho ou de um governante por sua cidade.


O Dilúvio e a Consolidação


Za.Kā.Ru - As zaqāru significam "elevar" ou "construir alto". Construções tão altas quanto montanhas ou similar as montanhas. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Za.Kā.Ru - As zaqāru significam "elevar" ou "construir alto". Construções tão altas quanto montanhas ou similar as montanhas. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Quando as grandes inundações transformaram definitivamente o Golfo em mar, as cidades já estavam estabelecidas em áreas seguras. A memória do vale perdido tornou-se mito. O “Jardim do Éden” submerso ecoou como recordação coletiva.


O relato de um grande sobrevivente — que mais tarde se tornaria Utnapishtim nas narrativas épicas — pode ter sido a mitificação de múltiplos eventos de migração forçada. Aqui apenas dois dos principais trechos da Tábua XI da Epopeia de Gilgamesh:


"Parede de caniços, parede de caniços! Escuta, parede! Parede, presta atenção! Homem de Shuruppak, filho de Ubara-Tutu, demole a tua casa, constrói um barco! Abandona as tuas posses, busca a vida! Despreza os bens, salva a tua alma! Leva contigo para o barco a semente de todas as criaturas vivas."

Em outro trecho da Tábua XI, Utnapishtim descreve após seis dias e sete noites de tempestade, o cenário de desolação absoluta ao abrir a escotilha de madeira da embarcação:

"Abri uma fresta e a luz caiu sobre o meu rosto. Olhei para o mar: tudo estava em silêncio. Toda a humanidade havia voltado ao barro. A superfície da água era tão plana quanto um telhado. Ajoelhei-me e chorei; as lágrimas corriam pelo meu rosto."

ENKI tornou-se, na tradição posterior, o deus que alerta sobre o dilúvio. Na perspectiva iniciática, isso simboliza a preservação do conhecimento através do cataclismo.


INANNA e seu pai, Nanna, ambos atlantes da raça dos carianis, no alto de uma plataforma de um templo Zigurate, em URUK, na antiga Suméria. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
INANNA e seu pai, Nanna, ambos atlantes da raça dos carianis, no alto de uma plataforma de um templo Zigurate, em URUK, na antiga Suméria. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Anos depois, no alto de uma plataforma elevada que já prenunciava o formato dos futuros zigurates, em URUK, INANNA perguntou:

— “Estamos seguros, meu pai?”

ENKI olhou para o horizonte onde o antigo vale agora refletia o céu como mar e respondeu:

— “Segurança nunca foi o propósito, minha amada filha.”

— “Então qual seria o propósito maior dessa civilização?”

— “O propósito maior eu não tenho a dimensão do saber, mas sua condução sempre esteve nas mãos daquele que rege os nossos destinos, o Senhor da Luz. Aquele que nos guiou ao longo de toda essa jornada. E, para nós, coube o papel de servi-lo da melhor forma, mesmo com as nossas limitações.”


INANNA, a estrela da manhã e da tarde. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
INANNA, a estrela da manhã e da tarde. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Agora ela compreendia que sua missão não era restaurar o céu na Terra. Era ensinar, àquela humanidade nascente nas novas terras, a lembrar que já carregava o céu dentro de si.


INANNA, nesse momento, com os pensamentos distantes, nem mais ouvia seu pai. Ela fechou os olhos. E uma brisa de eflúvios suaves, vinda da dimensão astral, fez que ela

sentisse e visualizasse, por um instante, uma lembrança muito distante, de terras e energias de um mundo que ela não recordava, mas sentia que já havia pertencido e vivido outrora como seu lar.

Luméthara.





Conclusão


Da esfera venusiana à Atlântida, da Atlântida ao vale de KI.EN.GIR (Suméria).                               Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
Da esfera venusiana à Atlântida, da Atlântida ao vale de KI.EN.GIR (Suméria). Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Ao final desta reconstrução mitopoética, Inanna não permanece apenas como deusa antiga inscrita em tabletes de argila.


Ela se revela como arquétipo da descida consciente — a escolha de trazer luz à matéria sem violentar o ritmo da humanidade.


Da esfera venusiana à Atlântida, da Atlântida ao vale de KI.EN.GIR, e de ERIDU a URU.KI, acompanhamos a transformação do poder absoluto em princípio estruturado.


A magia cristalina torna-se palavra.

A engenharia energética torna-se organização social.

O domínio converte-se em ritmo cultural.






EN.KI, ao fracionar os códigos atlantes nos ME (Mays – Leis Divinas), demonstra que a verdadeira sabedoria não está em reter ou liberar poder indiscriminadamente, mas em traduzir o infinito em formas assimiláveis.


Inanna, ao aplicar esses princípios em Uruk, transforma-se no centro irradiador de uma civilização que moldaria o imaginário do mundo antigo.


A Atlântida, nesta perspectiva, não desaparece:

Ela amadurece.

Vênus não intervém:

Inspira.

A divindade não impõe:

Recorda.




A Sacerdotisa atlante que tornou-se deusa da Suméria e a divindade mais complexa e influente da antiga Mesopotâmia.                                     Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
A Sacerdotisa atlante que tornou-se deusa da Suméria e a divindade mais complexa e influente da antiga Mesopotâmia. Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Se há uma lição subjacente nesta narrativa, ela talvez seja esta:


"Toda civilização nasce quando o conhecimento aprende a se humanizar. E toda queda ocorre quando o poder se dissocia da harmonia." - Equipe Sol da Alvorada







INANNA (Nin.An.Ak).                                           Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.
INANNA (Nin.An.Ak). Imagem do Sol da Alvorada criada por i.a.

Inanna permanece, então, como símbolo eterno da estrela que desce ao horizonte para anunciar o dia — não como domínio celeste sobre a Terra, mas como lembrete de que o céu pode ser cultivado desde o barro.


E talvez seja esse o verdadeiro ME (Mays – Leis Divinas)  que atravessa todas as eras:


A arte de transformar memória cósmica em cultura viva.






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Amor, Luz e Paz Sempre!

Salve a Grande Luz!



Ruan Fernandes

Equipe Sol da Alvorada



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